Parque Temático do Pantanal: Quem Somos
Quem Somos

O PARQUE TEMÁTICO É ADMINISTRADO POR:

  • JOSÉ ALVES BRANCO CORREIA.

Contato: (67) 99658 9569

  • CLAUDEMIR DA SILVA ARRUDA.

Contato: (67) 99801-4766

Endereço do Museu Parque Temático Histórico do Pantanal:

AV. MARCIO DE LIMA NANTES – 1020

BAIRRO: SANTA MARIA

CIDADE: COXIM-MS

CEP: 79400-000

Inscrito com o CNPJ: 07.7122.057/0001-62

AGENDE SUA VISITA: (67) 3291 2716

 

QUEM NOS AJUDOU A CHEGAR ATÉ AQUI:

UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL

MOACIR KOHL

LEI MUNICIPAL N° 1.215/2005, DE 17/03/2005

“Declara de Utilidade Pública  o Parque Temátio Histórico do Pantanal em Coxim-MS

Moacir Kohl, Prefeito Municipal de Coxim, Estado do Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais faz saber que a Câmara Municipal aprovou  e sanciono a seguinte lei:
Art. 1° Fica declarado de Utilidade Pública, o Parque Temático do Histórico do Pantanal, entidade civil, cultural, sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Coxim, na Av. Marcio de Lima Nantes, n° 1020, Bairro Santa Maria.

Art. 2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL

OSVALDO MOCHI JUNIOR

LEI N° 4.401, DE 18 DE SETEMBRO DE 2013:

Declara de Utilidade Pública Estadual o Museu Parque Temático Histórico do Pantanal, com sede e foro no município de Coxim.

O GOVERNADOR DO EESTADO DE MATO GROSSO DO SUL.

Faço saber que a Assembleia Legislatica decreta e eu sanciono a seguinte lei.
Art. 1° Fica declarado de utilidade Publica Estadual o Museu Parque Temático Histórico do Pantanal, com sede e foro no município de Coxim

Art. 2° Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.
Campo Grande, 18 de Setembro de 2013

André Puccinelli – Governador do Estado

Tania Mara Garib –  Secretária de Estado de Trabalho e Assistência Social

ORIENTADORES E COLABORADORES

HENRIQUE DE MELO SPENGLER

O brasileiro Henrique Spengler (1958 – 2003) foi Diretor de Cultura da Prefeitura Municipal de Coxim, MS. Formou-se em Educação Artística pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado (1981) e era pós-graduado em História da Arte. Membro ativo de associações em favor da cultura indígena criou uma nova visão contemporânea ao reinventar imagens baseadas nas abstrações das cerâmicas, couros e tatuagens da tribo Kadiweo-Mbayá, originária do Sudoeste de Mato Grosso do Sul. Era um artista neo-nativista muito original, tendo desenvolvido a técnica em gravura “cotton”, que consiste em imprimir no papel suporte valendo-se de um lençol como matriz. Participou de diversas exposições e salões, tendo sido premiado várias vezes. Recebeu o “1º Prêmio em Gravura” no 3º e 5º Salão de Artes de Dourados, MS. Participou da exposição “Por uma Identidade Ameríndia” em Assunção, Paraguai, e em La Paz, Bolívia. As gravuras do artista são releituras da simbologia nativa “Guaicuru”.

MARIA GULHERMINA SPENGLER MARCARENHAS

Acolhedora e humilde são atribuições de uma senhorinha de idade avançada, mas muito determinada em ajudar o próximo e principalmente cumprir a sua missão. Recentemente integrante da Academia de Letras de Coxim, com habilidades reconhecidas na escrita também revela o quanto já foi útil na comunicação da Região no radioamadorismo.
Nascida em Coxim numa fazenda da cidade na Beira da Figueira, na Ponte do Taquari, os bisavós de dona Didi morreram na retomada de Corumbá e a avó foi trazida para Coxim sendo acolhida pela professora Filomena Benevites. Esta se casou com Evaristo Rocha, que era telegrafista. Deste casal nasceram os filhos sendo sua mãe a caçula. Como perdeu o pai bem novinha, foi o irmão mais velho que cuidava dela e dos outros irmãos.
O pai de dona Didi que tinha cidadania norte americana, mas era nascido na Alemanha, veio corrido do Alasca até Corumbá a procura de um clima quente. “Ele se perdeu na neve e os esquimós o acharam e levaram ele para o Canadá. Lá acharam uma fraquesa nas suas  pernas e deram o nome de Beri Beri (falta de vitamina B1), e aconselharam ele a vir para um clima quente para se recuperar. Ele desceu a América e chegou em Buenos Aires foi para Montevideu, e veio a procura do ouro ali em Corumbá, no rio Paraguai”, conta dona Didi.
Foi para consertar uma panela que chegou a Coxim. Mais tarde, três famílias de Coxim resolveram aproveitar as riquezas dessa região e compraram uma ferraria. Mas niguém sabia montar, mas como disseram que tinham um gringo na cidade, foram atrás do pai dela. Ele montou e depois como não tinha quem funcionasse ficou como sócio industrial e assim começou sua história em Coxim onde conheceu a esposa e formou família.
Dona Didi saiu de Coxim com cinco anos. Aqui estudava em uma escola particular onde hoje é o HSBC cujos professores eram Sr Cerejo e dona Conceição. Posteriormente foi morar em Campo Grande, estudou nos colégios Antonio João, Osvaldo Cruz, colégio das freiras Nossa Senhora Auxiliadora e depois foi para são Paulo. Lá morava em pensionato, terminou curso e lecionou durante um ano no Colégio Auxiliadora. Logo conheceu o jovem que foi namorado e depois casou com ele, Deuraci de castro Mascarenhas.
“Meu pai precisou de assistência aí tive que retornar à Coxim. Viemos cuidar das terras adquiridas por ele. Eram terras devolutas que meu pai requereu a posse do Estado e depois comprou mais alguns pedaços. Quando meu pai teve a noticia da morte da mãe dele lá no exterior,  deixou de tocar aqui uma madeireira. E parte das atribuições dos negócios da família foram dadas a mim e meu esposo”, conta a senhora.
Por conta da chegada da filha, o pai de Didi fez outra sede, portanto ela ficou 29 anos no Retiro Velho, morando e trabalhando. Assim conheceu os antigos de Coxim, enquanto o esposo era vivo, freqüentavam as festas da cidade.
“Minhas melhores lembranças da cidade são as famílias que ofereciam aconchego uns aos outros. Eram grupos pequenos, éramos todos compadres e comadres, fazíamos muitas reuniões, confraternizações, sentíamos o carinho e respeito a todos”, recorda.
Para dona Didi esse clima fraternal mudou muito com a chegada do progresso. Ela o julga bom em outros aspectos como pequenas coisas de dentro de casa que facilitaram a vida, principalmente os eletrodomésticos e a luz. “Abandonamos geladeiras à querosene, luz de candeia, azeite de óleo de mamona e o lampião” ilustra.
Dona Didi desenvolveu habilidades no radioamadorismo. Ela estudou em  Cuiabá e seu pai trouxe um motor a gasolina para que ele funcionasse. A comunicação ajudou muito no seu crescimento e até a vida de algumas pessoas.
O aparelho ficava na fazenda Retiro Velho. As pessoas tinham rádios de pilha e ligavam no horário em que passava o programa “Rodada do Pantanal”. Tudo que era importante para a região e que estava acontecendo no mundo era noticiado ali e assim podíamos informar as pessoas daquela época. “Essa antena ajudou muito Coxim. Me recordo de alguns episódios tão marcantes que mudaram a minha vida”.
Dona Didi relata que a maioria dos serviços era para as pessoas mandarem recados, mas que em alguns momentos era por este meio de comunicação que pediam socorro. Ela cita a história da família Alves da fazenda Esperança, próxima a Pedro Gomes que em certo dia a esposa de um dos herdeiros, estava grávida, mas no momento em que entrou em trabalho de parto, só conseguiu expelir o braço da criança. Assim, através do rádio, dona Didi entrou em contato com um médico e ele deu as instruções a ela para serem passadas pelas ondas Sonoras. Desta forma a mulher seguiu as orientações e conseguiu esperar a chegada do médico que veio de avião e a levou para Campo Grande para salvar a vida da mãe e do filho. A história teve um final feliz. Outro caso que ela conta é de um pai que teve o filho ferido no engenho em Santana de Paranaíba. Pelo rádio ela lhe orientou como se fazia um torniquete e enquanto isso, como não era hora do programa, ligou para linha férrea e eles fizeram telefonema para Três Lagoas para localizar o médico Tomé Arantes que tomou avião e salvou o menino.
Outra história que recorda dentre tantas que lhe fizeram se orgulhar da profissão. Foi a de um senhor nervoso que a procurou por que o filho estava passando muito mal. Ele precisava de socorro e para isso após andar 30 km carregando a criança em uma rede ainda teve que aguardar oito dias a chegada do transporte aéreo devido uma grande tempestade.
Segundo dona Didi o radioamadorismo contava com sete aparelhos do estado, um no Pantanal, outros em três lagoas, Rondonópolis,  Estância Miranda, Santana de Paranaíba, Campo Grande e Coxim. Quatro eram da sua família, dois irmãos, uma cunhada e um cunhado.
A escritora lembra-se das dificuldades que passou enquanto Coxim antiga quando numa emergência ou para trazer compras contavam com os cavalos.  Não tinha ponte sobre o rio, não tinha hospital, não tinha médico, apenas farmacêutico sem formação, remédios eram homeopáticos ou então se contava com receitas caseiras. A alimentação era saudável e plantado em casa. Mesmo assim, sente saudades do tempo em que as coisas eram mais simples.
Com duas filhas hoje morando em Campo Grande, dona Didi escolhe morar na mesma fazenda em Coxim. “Não é obrigação e sim uma vontade. Tudo é bonito aqui, vivo bem aqui, na capital é tudo muito corrido, não me adapto mais.
O mundo de hoje – Para Didi, Coxim avançou bastante, principalmente na questão imobiliária. Recentemente ela passeou pelo Senhor Divino, “grilo”, e se admirou com as recentes construções. “Cada época tem seu sentimento, o mundo vem mudando com o conhecimento, mas tem ficado uma lacuna muito grande na Educação do povo hoje. De modo geral, presto muita atenção em programas de televisão, vejo os jornalistas, psiquiatras, professores falarem. Antes eles seguiam normas, mas hoje se contradizem, são manipulados, no passado eram mais críticos. Hoje as pessoas não tem formação e sim instrução. Educação começa ao nascer, mas as leis de hoje não ajudam, não protegem as pessoas, as leis para nós no Brasil são mais no papel. Não demonstram e não dão a segurança que o cidadão de bem precisa”, lamenta.
Quanto ao atual governo federal, Didi diz não ter segurança e que hoje nenhuma instituição lhe passa confiança, pois são tantos problemas morais que é difícil apostar em algum nome. (Fonte: http://www.diariodoestadoms.com.br/noticia/2367,Coxinenses+de+Coracao)

ÂNGELA MANSO

DR. GASPAR GOMES PERES

IDELSO BERRO

JOSÉ MOACIR BEZERRA FILHO

JOSIMAR FERREIRA DOS SANTOS MIRANDA

MAIKON CESAR FERREIRA DOS SANTOS LEAL

PARCEIROS DO PARQUE